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Análise: A disputa pelas 9 vagas de deputado federal por Alagoas em 2026

As chapas começam a ganhar forma e os bastidores da política alagoana já esboçam quem entra forte na briga pelas 9 cadeiras na Câmara Federal. O cenário ainda é fluido, mas alguns nomes e partidos já largam na frente.

PP/União Brasil aparece como a federação mais pesada da eleição. Com projeção de 3 a 4 cadeiras, tem em Álvaro Lira o principal puxador. Na disputa pelas demais vagas, nomes como Marx Beltrão, Daniel Barbosa, Nivaldo Albuquerque e Fábio Costa prometem uma corrida interna extremamente competitiva. A força política, eleitoral e regional da chapa eleva o nível da disputa.

No PSDB, Marina JHC desponta como uma das candidatas mais votadas da eleição. A sigla mira de 1 a 2 cadeiras e é vista hoje como uma das chapas mais atrativas da disputa proporcional. Kelmann Vieira, Gilvan Barros e Gustavo Lima brigam diretamente pela segunda vaga — mas outros nomes ainda podem surpreender.

O PSD também projeta de 1 a 2 cadeiras. Luciano Amaral é o nome mais forte, mas o diferencial do partido está justamente no volume de candidatos competitivos disputando a segunda cadeira: Davi Maia, Rui Palmeira e Samira do Basto travam uma disputa direta.

No MDB, Isnaldo Bulhões deve concentrar votação expressiva e garantir a primeira cadeira. Para a segunda, Rafael Brito aparece como principal nome — mas o partido enfrenta um problema estratégico: poucos candidatos competitivos brigando de verdade pela vaga, o que pode enfraquecer o desempenho coletivo da chapa.

PDT, PL, Solidariedade e a federação PT/PV/PCdoB ainda tentam entender se terão tamanho eleitoral suficiente para entrar na disputa. Com a janela partidária fechada, trabalham internamente a montagem final das chapas com os nomes já filiados.

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