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Parque da Lagoa: a obra que reposiciona Maceió como referência nacional em habitação social

O Parque da Lagoa, em Maceió, deixou de ser apenas uma intervenção urbana para se consolidar como uma das principais referências nacionais em política habitacional integrada. O empreendimento simboliza uma mudança estrutural no modo como o poder público enfrenta o déficit de moradia, ao combinar habitação digna, infraestrutura urbana e impacto social direto em uma área historicamente marcada pela precariedade. Onde antes predominavam favelas, palafitas e condições insalubres, hoje há um espaço urbanizado que devolveu cidadania e dignidade a milhares de famílias.

A concepção e a execução do projeto ocorreram durante a gestão do prefeito JHC, que adotou como estratégia central a requalificação de áreas vulneráveis como instrumento de transformação social. O Parque da Lagoa tornou-se, nesse contexto, uma das obras mais emblemáticas da administração municipal, tanto pelo volume de recursos envolvidos quanto pelo alcance social. A iniciativa não se limitou à construção de unidades habitacionais, mas incluiu saneamento, mobilidade, áreas de convivência e integração com o tecido urbano da capital.

O projeto só foi possível graças à articulação política que garantiu recursos federais e assegurou a continuidade das obras viabilizando investimentos que somam cerca de R$ 200 milhões. O montante permitiu que o empreendimento fosse executado em larga escala, transformando-se em um modelo frequentemente citado por gestores públicos e especialistas em habitação social em todo o país.

A entrega oficial do Parque da Lagoa está marcada para o próximo dia 23 de janeiro e contará com a presença do prefeito JHC e do presidente da República, Lula. A cerimônia reforça o caráter institucional da obra e simboliza a cooperação entre município e União, em um momento em que políticas públicas de habitação voltam ao centro do debate nacional.

Com essa entrega, a gestão JHC soma mais uma obra de grande porte ao seu histórico administrativo, fortalecendo o discurso de que investimentos estruturantes, quando bem planejados e articulados, têm capacidade real de alterar a paisagem urbana e a vida das pessoas. O Parque da Lagoa passa, assim, de intervenção local a vitrine nacional de uma política habitacional que alia planejamento, recursos e impacto social concreto.

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