*VEJA VÍDEO*
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O empresário e pré-candidato a deputado estadual Francisco Sales (PSDB) denunciou nesta segunda-feira (25) uma situação que classificou como absurda envolvendo servidores e prestadores de serviço da Prefeitura de Batalha, no Sertão de Alagoas. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Sales afirmou que trabalhadores ligados à gestão municipal estariam recebendo valores abaixo do salário mínimo.
Segundo ele, há casos de garis e profissionais da limpeza pública recebendo R$ 700 mensais e auxiliares de sala — profissionais que atuam diretamente na educação municipal e no atendimento de centenas de crianças — recebendo apenas R$ 600 por mês. Para Francisco Sales, a situação representa precarização do serviço público e falta de respeito com trabalhadores que exercem funções essenciais.
“O salário mínimo já é pouco. Imagine trabalhadores acordando cedo, trabalhando duro e sustentando suas famílias recebendo metade de um salário mínimo. Isso não pode acontecer dentro de uma prefeitura”, afirmou Sales ao comentar os valores pagos aos servidores e prestadores de serviço ligados ao município de Batalha.
Durante a fala, Sales também cobrou atuação dos órgãos de fiscalização e questionou o tratamento dado quando situações semelhantes ocorrem na iniciativa privada. Segundo ele, empresários e comerciantes que pagassem abaixo do salário mínimo já estariam sendo alvo de denúncias, processos e atuação imediata da Justiça e do Ministério Público do Trabalho.
“Se fosse um comerciante ou um empresário pagando abaixo do mínimo, já estaria respondendo processo. Como é que um órgão público pode fazer isso? O servidor público municipal merece respeito e dignidade”, declarou o empresário e pré-candidato ao defender fiscalização mais rígida sobre casos semelhantes em municípios alagoanos.
Francisco Sales afirmou ainda que a situação denunciada em Batalha não seria isolada e defendeu que o Ministério Público acompanhe possíveis irregularidades também em outras cidades de Alagoas. Segundo ele, pagar menos do que um salário mínimo é uma prática que precisa ser combatida e definitivamente banida do serviço público municipal.




