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PSB e PDT apoiam reeleição de Hugo Motta e ampliam articulação contra candidatura do PL

Aliança reúne 12 partidos e 266 deputados eleitos para 2027. PT discute adesão, enquanto o PL busca espaço para disputar o comando da Câmara

Aliança reúne 12 partidos e 266 deputados eleitos para 2027. PT discute adesão, enquanto o PL busca espaço para disputar o comando da Câmara

O PSB e o PDT oficializaram apoio à reeleição do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). O movimento amplia para 12 o número de partidos alinhados à sua candidatura e dificulta a articulação do PL, que terá a maior bancada da Casa a partir de fevereiro de 2027.

Segundo informações publicadas pela Folha de S.Paulo, as legendas justificaram o apoio com a necessidade de garantir estabilidade institucional e dar continuidade a pautas como o fim da escala 6×1, a reforma tributária e medidas voltadas aos microempreendedores individuais (MEIs).

Com a adesão do PSB e do PDT, o bloco passa a reunir partidos que somam 266 deputados eleitos para a próxima legislatura. O número supera os 257 votos necessários para eleger o presidente da Câmara em primeiro turno, mas não representa uma garantia de vitória: a votação é secreta e os parlamentares não são obrigados a seguir a orientação de seus partidos.

O PL, que elegeu 121 deputados, pretende ampliar sua influência no Congresso e articula alternativas para disputar o comando da Câmara. A eleição está prevista para 1º de fevereiro de 2027.

E o PT?

O Partido dos Trabalhadores também discute o apoio à reeleição de Motta. Integrantes da legenda defendem a adesão, mas a decisão ainda precisa ser formalizada. A movimentação ocorre em meio à disputa pelo controle da Câmara e às divergências sobre os rumos da próxima legislatura.

A composição dessa aliança mostra que a eleição para a presidência da Câmara vai além da escolha de um dirigente: envolve a formação de maiorias, a condução da agenda legislativa e a capacidade de negociação entre diferentes correntes políticas.

O resultado definirá quem comandará os trabalhos da Câmara e terá influência direta sobre a pauta de votações, a tramitação de propostas e as relações entre o Legislativo e o Executivo.

 

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